21 de novembro

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27/06/19 às 15h20 - Atualizado em 28/06/19 às 14h27

Administrador do Paranoá fala com comunidade rural sobre alteração em percurso de ônibus

Na última terça-feira, 25, o administrador do Paranoá, Sérgio Costa Damaceno, se reuniu com cerca de duzentos moradores da comunidade Sobradinho dos Melos, zona rural da Região Administrativa, para ouvir a população, que está insatisfeita com a mudança no percurso da linha de ônibus 510.1, da empresa Pioneira, que foi disponibilizada para atender aos moradores da região.

Quando a linha de ônibus começou a circular pelo Núcleo Rural, tinha a missão de realizar um trajeto menor e mais eficiente para a população. Há cerca de duas semanas o DF-Trans determinou que o percurso fosse alterado e o coletivo que só precisava ir até a entrada de um segundo Núcleo Rural- a Fazenda Velha- passou a circular em toda a região, após passar em Sobradinho dos Melos.

Os moradores de Sobradinho dos Melos estão inconformados com a decisão do DF-Trans, pois o percurso que durava cerca de 25 minutos para ser feito, agora os passageiros levam normalmente mais de uma hora para chegar ao Paranoá. Em horário de pico, o percurso chega a durar quase duas horas, por causa do engarrafamento.

Para a dona de casa, Anásia Santos, a mudança no trajeto do ônibus foi um retrocesso. “Agora, quando tenho que resolver alguma coisa, preciso sair de casa 2 horas antes, dependendo do horário, e isso só para chegar ao Paranoá. Se eu tiver que ir mais longe, vou ter de sair até 3 horas antes”, afirmou.

O administrador Sérgio Costa Damaceno informou à comunidade que vai conversar com o DF- Trans a fim de resolver o problema, pois “tenho a missão de lutar pelo povo e vi que a situação é emergencial e requer uma solução imediata. Vou fazer o que estiver ao meu alcance para melhorar a qualidade do transporte público para essas pessoas.”Disse o administrador.

Para o pintor Ramires Telles, a situação pede uma ação urgente por parte do DF-Trans, pois muitas pessoas estão tendo que ir trabalhar de carro, para poder chegar na hora certa. Mas “devido ao alto preço do combustível, no final das contas, a gente gasta metade do que ganha, só para não perder o emprego. Porque de ônibus, a gente pode usar a integração e de carro só nos resta pagar os preços abusivos da gasolina”. Finalizou.

Além da mudança no trajeto do transporte coletivo, os moradores também pediram ao administrador que dê uma atenção especial à questão da iluminação pública, pavimentação de ruas onde passam o transporte escolar e o escoamento de água no período de chuvas.

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